Fique a vontade!

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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Eu quero jogar!!!

Sei que faz tempo que nao passo por aqui.
Acho que ninguem passa por aqui...
Sou uma escritora solitaria...

Chega de lamurias!
Hoje meu irmao me apresentou um blog com uma noticia legal: 3 grandes obras primas da literatura brasileira transformadas em jogos on-line!
E claro o primeiro que vou testar e Dom Casmurro, por que sera....???
Um dia ainda conto minha paixao por Machado...

Eis o blog:
http://www.ditopelomaldito.com/2013/02/livros-classicos-nacionais-ganham.html

Eis o site dos jogos:
http://www.livroegame.com.br/

Nao vejo a hora de jogar!!!

Mrs. Brasil

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Mas voce vai ser professor?

Divulgação / Shutter Stock Images


Acabei de ler esse texto e achei o maximo! Igualzinho ao que aconteceu comigo, faco dele as minhas palavas!

Quando meus amigos e colegas viram meu nome na lista de aprovados no vestibular para Letras, todos me fizeram a mesma pergunta: mas você vai ser professor? A pergunta, embora bem-intencionada, não era feita como quem soubesse que há, na área, muitas ramificações e profissões possíveis (e que eu poderia não ser professor e sim pesquisador, revisor, tradutor), e sim como quem me pergunta se eu iria mesmo colocar a cabeça dentro da boca de um leão.
De certa forma, é assim que é ser professor no Brasil, conforme aprendi anos mais tarde, no meu primeiro concurso, pleiteando uma vaga no município. A prática me ensinou definitivamente o que era sugerido por aquelas perguntas preocupadas dos meus amigos: o salário não é bom, a rotina é cansativa, as reuniões pedagógicas são constantes, a necessidade de atualizar-se é diária, e a docência, a relação com os alunos, é impactante. Isso se dá especialmente quando lidamos com alunos problemáticos e/ou com poucos recursos.
Não entrei na faculdade com grandes ilusões, mas também não estava preparado por ela no meu primeiro dia à frente de uma sala de aula, com trinta alunos já decididos a me rejeitar. Tornei-me professor muito depois de receber o diploma com a habilitação. Acho que posso dizer que fui lapidado com a prática, e ainda tenho muito pela frente, pois só faz quatro anos desde aquele primeiro dia.
Porém, já tenho as minhas certezas: ser professor poderia ser muito mais confortável, poderia ser muito menos estafante, mas vale todos os momentos. E isso aprendi no dia da minha estreia: já lá conheci a incrível sensação de passar conhecimento útil para alguém e ver que essas novas informações foram apreendidas.
Então, sim, eu escolhi ser professor. É mesmo comparável a colocar a cabeça dentro da boca de um leão ou qualquer outra coisa que os outros julguem louca, mas não faz ideia da emoção que causa. Escolhi ser professor e escolho diariamente colocar-me nessa posição desvalorizada, mal paga, cansativa, mas recompensadora como poucas outras profissões são capazes de se provar.

*André da Cunha é formado em Letras - Português e Inglês pela PUCRS e professor na rede estadual do Rio Grande do Sul.
Professor, se você tem alguma experiência que queira compartilhar com outros docentes, envie-nos os detalhes no e-mail: l.portuguesa@criativo.art.br

Retirado do site linguaportuguesa.uol.com.br

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Uma pagina em branco...

Minha mente esta igual uma pagina em branco...
Vazia, sem ideias, sem cores, sem vida, sem brilho, incomodando...

Vejo a barra do cursor do word piscar para eu comecar a escrever algo... nao sai nada...

Preciso de ideia, cores, novidades...

Preciso de um objetivo para escrever, algo que seja especifico!

Estou lendo um livro chamado "Flores na Varanda" de Marcos Rossi. E um livro que relata pensamentos e ideias, saiu de um blog e se parece um pouco com meu jeito de escrever. Sera que um dia sai do campo de ideias????


Marcos diz que para se consegui algo que voce nunca conseguiu, tem que fazer algo que voce nunca fez. Ele comecou a acordar as 5 horas da manha para escrever o livro...

Minha melhor amiga me deu dois livros para me ajudar a escrever: "Como narrar historias" e " Como escrever dialogos". Vou comecar por eles.

Estou tentando escrever um livro contando a minha viagem de moto pelas americas co meu marido. Ja temos um blog, mas o livro seria cheio de detalhes como so eu sei contar. Vou terminar o blog para partir para o livro...

Para quem nao conhece (acho que o blog da viagem e mais conhecido do que esse):
demotopelasamericas.blogspot.com

Bom, alguem tem mais ideias????

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Novelas da vida

Sempre adorei novelas. Desde criança eu gosto de novelas. Eu adorava a novela “Sonho meu” que passava na Globo, sempre gostei de seriados como “Carrossel”, “Confissões de Adolescente” e até mesmo “Friends” depois de adulta.
Eu era do tipo que  não perdia o Jornal Nacional para não correr o risco de perder o começo da novela. Histórias me fascinam! Acho que é por isso que fui estudar Letras, para continuar a ler, escrever e trabalhar com histórias. Cheias de romances, aventuras, medos, tristezas, sexo e sequestros. Mas de uns anos pra cá não acompanhei mais novelas. Acho que tem uns 5 anos ou mais. Desde o fim da minha faculdade eu já não vejo mais novelas e o único seriado que acompanhei (por DVD) foi “Friends”. Eu tive que fazer uma escolha ao longo dos meus estudos: ou estudava, ou via a novela. Resolvi estudar. Ser uma estudante de letras não é fácil, tem que se ler muito, estar sempre atualizado nas novidades do mundo literário e do mundo ortográfico. Li muito nesse período  e  confesso que sinto muita falta.
Hoje em dia minha rotina mudou muito. Case, moro em Miami, nos Estados Unidos e trabalho como professora de Português para estrangeiros. E quando estou em casanao tenho tempo para novelas, mal vejo televisão. Então resolvi usar a internet. E eis que achei de novo as novelas... tem tudo lá. Creio que ilegal, mas tem. E eu caí em tentação outra vez....
Cozinho e limpo com o computado pra lá e para cá. Mas já vejo as novelas de outra maneira. Estou vendo uma que já me tirou a paciência! É um tal de se vinga pra lá, chora pra cá, provoca, cede, resiste, tem ciúmes, transa, briga e começa tudo outra vez! Um vício de coisas ruins! Que horror! Como nunca vi isso antes??? Só tem mulher besta correndo atrás de homem, homem galinha pegando tudo que é mulher e no fim nada de bom, de produtivo! Acho que meu curso de letras me fez ficar mais crítica e mais inteligente! Affffff Me pego pensando : “Como eu gostava disso?”
Percebi que a novela te enlaça, te enrrosca nas teias dela fazendo você querer mais e mais... e não te deixa sair! Parece até um polvo! Não dá pra fugir, por pior que seja você vai querer ver até o fim!
Quer uma dica para não cair nessas garras? Nem comece! Acredite, você não ganha nada! Quer saber de mais uma coisa? Vai ler um livro, mesmo que seja besteirol, pelo menos você está exercitando seu cérebro!!!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Os sete pecados capitais dos educadores

1)- Corrigir publicamente: Jamais deveria expor o defeito de uma pessoa, por pior que ela seja, diante dos outros. Valorizar mais a pessoa que erra do que o erro da pessoa.

2)- Expressar autoridade com agressividade: Os que impõem sua autoridade são os que têm receio das suas próprias fragilidades. Para que se tenha êxito na educação, é preciso considerar que o diálogo é uma ferramenta educacional insubstituível.

3)- Ser excessivamente crítico: obstruir a infância da criança. Os fracos condenam, os fortes compreendem, os fracos julgam, os fortes perdoam. Os fracos impõem suas idéias à força, os fortes as expõem com afeto e segurança.

4)- Punir quando estiver irado e colocar limites sem dar explicações: A maturidade de uma pessoa é revelada pela forma inteligente com que ela corrige alguém. Jamais coloque limites sem dar explicações. Use primeiro o silêncio e depois as idéias. Diga o quanto ele é importante, antes de apontar-lhe o defeito. Ele acolherá melhor suas observações e o amará para sempre.

5)- Ser impaciente e desistir de educar: É preciso compreender que, por trás de cada jovem arredio, agressivo, há uma criança que precisa de afeto. Todos queremos educar jovens dóceis, mas são os que nos frustram que testam nossa qualidade de educadores. São os filhos complicados que testam a grandeza do nosso amor.

6)- Não cumprir com a palavra. As relações sociais são um contrato assinado no palco da vida. Não quebre. Não dissimule suas reações. Seja honesto com os educandos. Cumpra o que prometer. A confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído.

7)- Destruir a esperança e os sonhos. A maior falha que podem cometer é destruir a esperança e os sonhos dos jovens. Sem esperança não há estradas, sem sonhos não há motivação para caminhar. O mundo pode desabar sobre uma pessoa, ela pode ter perdido tudo na vida, mas, se tem esperança e sonhos, ela tem brilho nos olhos e alegria na alma.
Augusto Cury

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

A perda


Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece. Essa eu nunca vou esquecer.
Meu dia começou com todas as sextas, acordei, troquei de roupa, arrumei a marmita, tomei café e fui trabalhar. Estava a caminho das escolas de Miami Beach ouvindo o CD do Louvatin e agradecendo a Deus pelo dia lindo que estava fazendo. Estava concentrada na pista e vendo o quanto o trânsito estava lento. Eu estava a 80km por hora.
De repente vi um vulto branco. Era uma picape branca me cortando pela direita e jogando o carro em cima de mim. Levei um susto e no susto minha reação nao foi de buzinar ou frear mas sim de virar o volante. Quando fiz isso... perdi o controle do carro. Tentei segurar, mas não consegui. Quando vi já tinha batido na mureta do outro lado da avenida.
Foi tão rápido que não sei dizer como aconteceu. Sei que senti que meus pés não tocavam o piso do carro e só me dei conta de estar do lado contrário da pista quando liguei o pisca alerta e vi os carros de frente. Eu tinha rodado na pista, saido totalmente da pista da esquerda para o sentido oposto da pista da direita. E não bati em ninguém. E ninguém bateu em mim. Foi um milagre!
Enquando a música ainda rolava no som, tremendo liguei para meu marido e o acordei dizendo que tinha batido o carro. Ele me acalmou e foi em meu socorro. Eu não estava atrapallhando o trânsito, mas todos diminuiram só para me olhar batida no cantinho do acostamento. Somente dois policiais e um cidadão pararam para perguntar se eu estava bem. Os outros só olhavam como se não tivesse niguém ali,pura curiosidade.
Meu marido me ligou para entender melhor aonde eu estava e comecei a chorar. Não havia me machucado ou batido em nada, nem uma unha sequer tinha quebrado, mas eu chorava sem parar. E a única coisa que me fazia chorar era o constante pensamento que vinha em minha mente: “não acredito, bati meu carro!”
Minha relação com meu carrinho era uma coisa muito especial. Ele era do meu marido e foi nele que toda nossa história de amor começou. Foi nele que Vitor foi me buscar para nosso primeiro encontro indo para o Cirque Du Soleil. Era nele que saimos com  a nossa cachorra Preta. Foi nele que aprendi a dirigir e foi esseo carro que ele me deu para ser meu. Eu era simplismente apaixonada pelo meu Toyota Rav 4 preto 2001. Ele era lindo, bem cuidado e meu! Eu dizia todos os dias o quanto era feliz por ter ele e nem queria pensar em ter que vendê-lo um dia. Era meu lindo carro que eu morria de ciúmes de verf alguém dirigindo ele. E eu bati.
Quando tentei abrir a porta e a porta não abria senti que o caso era grave e chorei mais ainda.
Vinte minutos depois Vitor chegou e eu tive coragem de sair do carro e ver o estrago. Até então eu não tinha tido coragem de sair e ver. Quando saí vi que tinha batido na parte traseira e dianteira do lado esquerdo. Quando Vitor virou o carro pude ver meu carrinho balançando e vi que o estrago foi grande. No chão vi os caquinhos dos faróis e um monte de parafusos. Eram pedacinhos do meu carro. Doeu tanto ver os pedaços dele no chão…
Saimos da estrada e senti uma dor maior quando paramos e Vitor me disse que tinha ligado para pegarem o carro. Ele o tinha vendido. Tive que tirar tudo que era meu de dentro dele. Não tinha jeito, não havia conserto, foi perda total.
Não fui trabalhar nesse dia e passei o fim de semana deprimida. Chorava toda vez que lembrava que não teria mais meu toy comigo e que o pior, meu marido ia ter que trabalhar de moto.  Agora temos que juntar dinheiro e comprar outro carro. E não vai ser igual... nunca mais vai ser igual...
Sei que posso até estar exagerando, mas doeu muito aqui dentro de mim essa perda. As vezes, pela noite ainda ouço o barulho da batida e vejo seus caquinhos no chão...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Criança interior




Acredito que todos nós temos uma criança dentro da gente que nunca more. E não estou falando das grávidas! Estou falando daquela criança que mora dentro da gente, que de vez em quando quer sair, brincar, pintar, pular, se lambuzar de sorvete, ir no parque, jogar com os amigos, comer brigadeiro e ter o recreio da escola. Tenho saudades dessa criança.
Essa criança adorava brincar de Barbie por exemplo. Montar a casinha, trocar as roupinhas, pentear o cabelo e fazer a historia. De vez em quando ela me chama quando passo em lojas de brinquedos. Quer ver as novidades da vitrine e se espanta com as modernidades da Barbie.
Essa criança também me chama pra tomar milk-shake com o papai e pedir para ele comprar uma revistinha da Turma da Monica. Mesmo agora longe do papai e do Brasil sem ter revistinhas nas bancas ela lê pela internet. Faz encomenda e sempre que vai no Brasil compra umas revistinhas jurando que e para seus aluninhos de português, mas no fundo é para a criança dela.
Essa minha criança desde criança queria ser ecritora e aos pouquinhos anda tentando escrever. Dizem que seu primeiro livro foi um livro de receitas da família para sua prima. Não foi impresso e nem editado, mas dizem que é um livro bem autêntico!
Ando com muitas saudades dessa criança que ficava lendo revistinha e sonhava em se casar em dia. Agora leio revistas da Monica pela internet e penso em uma maneira de acompanhar a Turma da Monica Jovem. Perdi muitas edições e só tenho uns 2 mangás. Queria poder ter a assinatura, mas a vida de professora casada me trouxe outras responsabilidades. Quem sabe um dia...
Agora vou ter que colocar essa criança pra dormir, tenho muitas coisas de gente grande para fazer.

Mrs. Brasil